Skip to main content
Contribution to Book
Constituição e Utopia. E o Exemplo da Constituição Basileira de 1988
Estudos dedicados ao Professor Doutor Luís Alberto Carvalho Fernandes (2011)
  • Paulo Ferreira da Cunha, Universidade do Porto
Abstract
As Constituições são por vezes acusadas de serem “utópicas”. Nem sabem os que assim as apodam de como estão quase certos, mas por contrárias razões às que pensam avançar. Utopia não é quimera, não é algo impossível e inatingível. Utopia é o mito da cidade ideal. Entretanto, se essas cidades ideais, na literatura, frequentemente se volvem em infernos concentracionários (distópico) a verdade é que nas Constituições (e especialmente nas constituições cidadãs, como a Portuguesa de 1976 e a Brasileira de 1988 , entre muitas outras já) há um sopro renovador do princípio esperança, vizinho da utopia: utopista. O utopismo é asa que não esquece as raízes. E assim devem ser as constituições. Neste artigo se dá o exemplo da Constituição cidadã brasileira de 1988 como ilustração desse anelo que deve congregar os cidadãos, e fazê-los escrever glórias no Futuro.
Keywords
  • Constituição,
  • Utopia,
  • Mito,
  • Constituição cidadã,
  • Constituição Federal brasileira de 1988,
  • Direito e Literatura,
  • utopismo,
  • princípio esperança
Publication Date
2011
Editor
(com data de 2011, mas só chegaria em fins de julho de 2012)
Publisher
Universidade Católica Portuguesa, revista “Direito e Justiça"
Citation Information
Paulo Ferreira da Cunha. "Constituição e Utopia. E o Exemplo da Constituição Basileira de 1988" Lisboa, PortugalEstudos dedicados ao Professor Doutor Luís Alberto Carvalho Fernandes Vol. III (2011)
Available at: http://works.bepress.com/pfc/162/